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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Vaga Desenvolvedor Java Pleno - São Paulo

Vaga: Desenvolvedor Java Pleno
Vee Digital @ Vila Olímpia - SP

A Vee é uma Fintech na área de benefícios. Nascemos para fazer sempre o melhor negócio para nossos clientes. Uma empresa de benefícios, sem burocracias, segura, ágil e ética. Buscamos quebrar o atrito entre a cadeia de pagamentos para que nossos clientes sempre saiam ganhando.

Concebida por um grupo de executivos com as mais diferentes skills, das mais variadas áreas, a Vee chegou ao mercado em 2017, depois de dois anos de desenvolvimento e estudos de viabilidade. Tudo isso para garantir a melhor experiência para nossos clientes.

Atribuições
  • Desenvolver novas funcionalidades e analisar as atuais;
  • Entender problemas técnicos ou de negócio e criar soluções por meio de programação Java;
  • Criar testes de código automatizados para validação dos sistemas;
  • Participar ativamente durante as fases concepção do produto, análise de requisitos e propor alternativas mais eficientes;
  • Trabalhar sempre com a melhoria contínua dos sistemas e buscar formas de otimizar, refatorar e implementar novas tecnologias que atendam as necessidades de negócio da empresa.

Requisitos
  • Desejável ensino superior completo na área de computação ou tecnologia;
  • Experiência de ao menos 4 anos com desenvolvimento Java EE;
  • Sólidos conhecimentos em Java EE, Hibernate, JSF, MVC, padrões de projeto, boas práticas;
  • Experiência com Maven, Wildfly, Webservices REST, PL/SQL, GIT, Amazon AWS;
  • Diferenciais: conhecer PicketLink, Spring Boot;
  • Inglês avançado.

Oferecemos
  • Contratação CLT com benefícios;
  • Horário flexível;
  • Ambiente descontraído;
  • Uma grande oportunidade de aprendizagem e crescimento profissional, em conjunto com a expansão da empresa;
  • Fazer parte de um time inovador de desenvolvedores, ajudando a criar uma nova forma de realizar transações em programas de benefício corporativo que utiliza moeda digital e conceitos inspirados no Bitcoin e Blockchain.

Como se candidatar

Vee Digital Online

Onde ficamos
Vila Olímpia
São Paulo

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Internautas e seus Navegadores Preferidos


Internautas e seus Navegadores Preferidos
Prof. Dr. Plínio Vilela

O primeiro navegador Web foi escrito por Tim Berners-Lee em 1990, foi chamado originalmente de WorldWideWeb e depois renomeado Nexus. Foi escrito em um computador NeXT, desenvolvido pela NeXT Computer, empresa fundada por Steve Jobs em 1985 depois de ser demitido da Apple.

Ao logo dos últimos vinte e poucos anos foram criados dezenas de navegadores e mais algumas dezenas de versões diferentes desses navegadores. O interessante é notar que cada perfil de usuário tende a usar um tipo de navegador diferente. Existem vários tipos de internautas, desde os mais tímidos, que usam a Internet apenas esporadicamente, até os mais atirados que estão online 24h por dia. Tente se encaixar em um dos tipos listados a seguir.

Tipo 01 - Internet? Já ouvi falar...
Se você é esse tipo de internauta você provavelmente usa os aplicativos que vieram instalados no computador e pediu para alguém te ensinar a abrir o jogo Paciência. Quando criou coragem para saber o que era essa tal de Internet, pediu para um sobrinho “instalar” a Internet no seu computador. O sobrinho foi lá e instalou um discador gratuito qualquer e te disse que para “entrar” na Internet você deveria clicar duas vezes em uma figurinha com um “E” bem grande. Você clicou e descobriu que a Internet é totalmente dominada pela Microsoft. Não tem navegado desde então...

Tipo 02 - Firefox? Não, sou contra violência com os animais... 
Se você já sabe o que fazer quando abre o navegador, mas continua usando aquela versão que veio instalada no seu computador (IE 5.0 provavelmente) você é um internauta desta categoria. Basicamente não tem tempo para se preocupar com qual versão do navegador você está utilizando, e se algum site não funciona direito você simplesmente deixa de acessá-lo. A coisa mais avançada que fez foi atualizar a home padrão para algum site de notícias.

Tipo 03 - Sozinho na multidão.
Esse é o tipo que gosta de usar as coisas que ninguém usa. Usava o navegador WorldWideWeb, antes dele ser rebatizado de Nexus. Isso quando éramos apenas 4 milhões de internautas (hoje somos mais de 2 bilhões). Usou o OmniWeb, o Arachne o Cyberdog, o Opera, o Konqueror e o Epiphany. Basicamente se o seu navegador for usado por mais de 2% dos usuários mundiais você começa a se preparar para mudar. Hoje está pensando seriamente em migrar para o Internet Explorer...

Tipo 04 - Mauricinho / Patricinha
Chrome é legal mas prefiro o Safari, já vem com o meu Mac. Você pode ser um usuário avançado ou iniciante, não importa. Para estar nesta categoria tem que ter dinheiro para torrar em um equipamento da Apple e não entrar no cheque especial por conta disso. Você sente inveja dos amigos que conseguem acessar sites em flash, mas evita de comentar sobre o assunto para não perder a pose.

Tipo 05 - PNG no IE não fica bom! 
Você é o típico desenvolvedor Web. Tem praticamente todos os navegadores instalados no seu computador, desde o Mosaic até o SeaMonkey 2.3. Precisa testar em todas as versões existentes a cada nova linha de código escrita. Torce para que os navegadores caiam em desuso e todos voltem a usar o Netscape.

Tipo 06 - Prefiro o lynx. 
Se você já ouviu falar em lynx você é um forte candidato a ser esse tipo de internauta. Esse é o tipo que fica de madrugada no quarto escuro escrevendo scripts para rodar na Internet. Passa horas tentando quebrar senhas ou acessar servidores para subir em um ranking de hackers. Para acessar seu email do Gmail configurou um sistema de senhas e confirmações por SMS com chave primária e secundária. Sabe tudo de tecnologia, computadores e Internet, mas não consegue se lembrar do nome do seu vizinho.

Se você conhece mais de 5 outros navegadores que não estão listados aqui preciso pensar em um novo tipo para classificar você!

sábado, 12 de março de 2011

Internet: Tecnologia e Negócios

O que conhecemos hoje como Internet na verdade não é uma entidade única, temos como base uma infra-estrutura de comunicação definida pela interconexão de várias redes de computadores, ou seja, na sua base a Internet é uma rede de redes de computadores. Em cima dessa rede temos um conjunto de protocolos que permitem que os computadores conversem entre si e se entendam mutuamente. Esses protocolos são utilizados por aplicativos desenvolvidos para fins específicos e efetivamente utilizados pelos usuários finais.

Todo esse emaranhado tecnológico não surgiu da noite para o dia, ele vem sendo desenvolvido e melhorado a muitas décadas. A Internet tem suas origens no início da década de 60 durante a guerra fria, surgiu de uma necessidade militar caraterizada pela manutenção da capacidade de comunicação, mesmo que degradada, durante um ataque direto a essa infra-estrutura. A utilização exclusivamente militar da infra-estrutura tornou-se economicamente inviável e a Internet passou para o domínio acadêmico. Tanto a necessidade militar como o uso acadêmico subseqüente determinaram várias características que persistem até hoje na Internet.

Nessa primeira fase a Internet era utilizada apenas para troca de mensagens (emails) entre os pouco usuários. A popularização da Internet se deu a partir de meados da década de 90. Em 1993 foi lançado o primeiro navegador da Internet, chamado Mosaic, ainda assim até quase o final daquela década eram poucas as empresas que mantinham páginas na Internet e seu uso ainda era primordialmente centrado no ambiente acadêmico.

O final da década de 90 é marcado por um evento que se chamou de a nova corrida do ouro, ou a corrida do ouro tecnológica. Finalmente a Internet havia caído no gosto dos capitalistas de risco e muitos empreendedores surgiram e conseguiram capital para colocar seus planos de negócio em prática. Diariamente os jornais apresentavam reportagens sobre os novos milionários dessa onda. Esse movimento foi possível graças ao surgimento de linguagens e ambientes de programação que permitiam a construção de ambientes interativos na Internet. Agora além de poder ler informação de uma página da Internet também era possível interagir com essa página, enviar informação para ela, e receber de volta uma nova página que refletia uma resposta do sistema às informações que eu havia enviado.

Naquela época a infra-estrutura ainda era muito cara e as empresas dot-com, como se convencionou chamar as empresas voltadas unicamente para operar na Internet, precisavam investir muito para garantir a disponibilidade de banda para seu negócio. Como havia capital para investimento abundante, muito dinheiro foi investido na construção da infra-estrutura.

Infelizmente o sonho durou pouco, rapidamente as empresas dot-com mostraram-se inviáveis para além dos limites definidos por seus recursos de investimento. Ou seja, elas não eram capazes de se sustentar financeiramente sozinhas. Isso gerou a quebra de um grande número de empresas dessa época. O que ficou conhecido como o “Estouro da bolha” (da Internet). O que foi ruim para alguns foi muito bom para outros. Com a infra-estrutura e a mão de obra especializada disponível, deixadas para trás pelas empresas que quebraram, novos empreendedores surgiram, com planos de negócios mais viáveis e puderam iniciar suas operações a um custo inicial muito mais razoável. Isso deu origem a uma nova onda de empresas de Internet.

Essa nova fase da Internet é fortemente embasada na formação de grandes comunidades de usuários com o objetivo de se explorar a comercialização de espaços publicitários. Ou seja, as empresas percebem que cobrar taxas dos usuários da Internet não é um negócio tão atrativo quanto conseguir muitos usuários (com acesso gratuito) e cobrar para veicular material publicitário para esses usuários. Desde então os investimentos em publicidade direcionados à Internet vem crescendo e essa mídia já começa a desbancar mídias mais tradicionais como Jornais, Rádio e a TV por assinatura.

A característica interativa da Internet exige uma maior preocupação com formatos e posicionamentos da publicidade nos sites. Ainda existe uma carência de informações sobre quais são os melhores formatos e onde inserir a publicidade para conseguir um maior retorno do investimento. Em uma revista física o leitor percorre a revista uma folha de cada vez. A maior parte dos anúncios publicitários vão aparecer em uma ou mais dessas folhas e as informações que se deseja transmitir para o leitor já estarão todas lá. Na Internet não temos essa forma seqüencial para percorrer o conteúdo, o visitante de um site tem muito mais flexibilidade para navegar. Outra diferença é que os anúncios são em geral links para mais conteúdo, não contendo de inicio toda a informação que se deseja passar para o visitante.

No entanto uma das principais vantagens que se observa no ambiente da Internet em relação aos demais meios de comunicações, está relacionada à sua extraordinária capacidade de fornecer informações precisas sobre o acesso aos anúncios publicitários e sobre o comportamento dos usuários online.

Estamos vivendo a “Era Social” da Internet, onde a briga está em conseguir atrair usuários para esta ou aquela rede social, fornecendo ferramentas úteis para atrair esses usuários. A força da Era Social da Internet se revela nos sites de compras coletivas que estão surgindo atualmente, eles só são possíveis porque as pessoas não estão apenas online, elas estão online e conectadas com outras pessoas online. A informação passa de uma para muitas de forma muito rápida.

Não sei o que vem pela frente, mas acredito que as pessoas que entenderem de tecnologia e de negócios estarão em vantagem no mundo que se define para nós nas próximas décadas (ou semanas).

Prof. Dr. Plínio R. S. Vilela

twitter.com/pliniovilela
Coord. Esp. Engenharia de Software

Coord. Mestrado em Ciência da Computação
Universidade Metodista de Piracicaba

Reproduções:
Jornal A Tribuna - Piracicaba - São Pedro - Rio das Pedras